terça-feira

PARA QUANDO



UM PRESIDENTE:
Que não esteja na Câmara para ganhar mais uns euros;
Que não tenha problemas com a Justiça;
Que tenha obra pessoal e profissional;
Que conheça os problemas e as soluções;
Que tenha origens no Concelho;
Que se identifique com as suas gentes;
Que tenha um projecto para Góis;
Que modernize e traga emprego para os jovens.
Está na hora dos Goienses escolherem alguém que os Governe e deixem de eleger forasteiros que chegaram a Góis sem eira nem beira e saem governados.
Os que ficam continuam pobres e os jovens têm que procurar trabalho nos Concelhos vizinhos.
As gentes de Góis querem continuar assim !?


segunda-feira

Góis, nem o vento sabe aproveitar


A energia eólica é hoje considerada uma das mais promissoras fontes naturais e objecto dos maiores investimentos.

A instalação de turbinas eólicas invadiu as paisagens das zonas montanhosas do País e dos Concelhos do Pinhal Interior.

O Concelho de Góis reune condições únicas e optimas para a instalação de turbinas eólicas, pelo que deve maximizar este investimento Góis e saber negociar energia mais barata para os seus residentes.

Assim, perdeu-se uma oportunidade de angariar rendimentos para as populações, para a preservação dos baldios e para a melhoria das condições de vida das aldeias isoladas.

Quando é que as Gentes de Góis acordam.

sábado

Município de Góis


Orago - Santa Maria Maior Área - 262 Km2 Feriado Municipal - 13 de Agosto
Ordenação heráldica do brasão e bandeiraPublicada no Diário do Governo, I Série de 01/04/1936
Armas - Escudo de ouro, com uma ponte de três arcos de negro realçada de prata, ladeada de dois cômoros de penhascos de verde realçados a negro e nevados de prata. A ponte saínte de cinco faixas ondadas, três de azul e duas de prata e encimada por um pinheiro de verde frutado de negro, com realces de ouro, troncado de negro. Coroa mural de prata de quatro torres. Listel branco, com os dizeres : " VILA DE GÓIS ", de negro.

Mapa Administrativo do Município

É preciso



É preciso iniciar o debate para agitar as águas e provocar a mudança.

É preciso uma liderança capaz de fazer a inclusão social e desenvolver o Concelho.

É preciso conhecimento, visão e acção.

É preciso governar e não governar-se.

É preciso dizer Basta !

Voto de Censura


MANIFESTO ANTI-DANTAS E POR EXTENSO
por José de Almada-Negreiros
POETA D'ORPHEU FUTURISTA e TUDO


BASTA PUM BASTA!

UMA GERAÇÃO, QUE CONSENTE DEIXAR-SE REPRESENTAR POR UM DANTAS É UMA GERAÇÃO QUE NUNCA O FOI!

(...)

UMA GERAÇÃO COM UM DANTAS A CAVALO É UM BURRO IMPOTENTE! (...)

Homenagem


Sortelha (D. Luís da Silveira, 1.º conde de).
n. c. 1481. f. 1534.

Célebre poeta palaciano e valido do rei D. João III.
N. em 1481, segundo se calcula, sendo filho de Nuno Martins da Silveira e de D. Filipa de Vilhena.
Educado na corte, foi um dos poetas mais distintos daquele grupo, cujas produções foram coleccionadas por Garcia de Resende no seu Cancioneiro. Em 1507 acompanhou D. João de Meneses na sua expedição contra Azamor, acompanhou o de novo quando ele foi socorrer Arzila, e também se distinguiu na tomada de Azamor pelo duque de Bragança D. Jaime. Ao mesmo tempo entrava na corte naqueles frívolos torneios poéticos desse tempo, e mostrava-se excelente nos apodos, quer dizer nos versos epigramáticos dirigidos a algum cortesão por qualquer motivo fútil, umas mangas muito estreitas que usava, umas esporas muito largas com que aparecia, etc. Continuando a militar na África, esteve ainda na defesa de Tanger, e demorou-se algum tempo nessa praça africana. Voltando ao reino, entrou na intimidade do príncipe D. João, e acusado de o incitar à desobediência contra o rei seu pai, foi mandado sair da corte de D. Manuel, e parece que foi nesse exílio que escreveu a sua paráfrase de Ecclesiastes. Tendo casado com D. Beatriz de Noronha, filha do marechal D. Fernando Coutinho, Luís da Silveira, quando morreu D. Manuel, foi chamado à corte, nomeado, guarda-mor de D. João III, lugar que já exercera no tempo do rei D. Manuel, sendo também do seu conselho e veador-mor das obras, terços, resíduos, hospitais e capelas, destes reinos e senhorios.
Em 1522 foi encarregado de ir negociar com o imperador Carlos V o casamento deste soberano com a infanta D. Isabel. Havia na corte muitos invejosos do valimento de que gozava Luís da Silveira, e aproveitaram com jubilo esta ocasião de o verem fora da corte. Luís da Silveira ganhou nesta embaixada a amizade de Carlos V, mas perdeu a privança de D. João III. Procedera sempre na embaixada com grande bizarria e fausto, e isso mesmo lhe era lançado em rosto. Quando voltou a Portugal, e foi a Évora apresentar-se ao soberano, foi acolhido com bastante frieza, o que muito o magoou. As cartas elogiosas que Carlos V escrevera a seu respeito, longe de lhe fazerem bem, o prejudicaram muito. Luís da Silveira percebeu, que já nada tinha que fazer na corte, e pediu licença para se retirar ás propriedades que possuía em Góis; D. João III deu-lhe logo a licença pedida, e ao mesmo tempo, fingindo que satisfazia assim os desejos de Carlos V, deu a Luís da Silveira a vila e o título de conde de Sortelha. Carlos V, efectivamente, agradeceu em carta escrita de Bruxelas em 1531 a D. João III a atenção que tivera pelo seu recomendado, mas Luís da Silveira não se iludiu e percebeu que essa mercê fora o disfarce da sua queda. Nunca mais voltou à corte, e no seu retiro morreu em 1534.
O rei D. Sebastião reformou este título em Diogo da Silveira, filho do 1.º conde, conforme um mandado, datado em Évora a 29 de Outubro de 1533, o qual foi o 2 0 conde da Sortelha. Nesse mandado dá se lhe o nome de guarda-mor, e capitão dos cavaleiros da guarda do rei. No rol das moradias, de 1534, lhe chamam guarda ‑mor da Câmara. 0 2.º conde da Sortelha continuou com o mesmo ofício nos reinados de D. Sebastião e do cardeal D. Henrique.